• Felipe Hosken

Resenha: Fake Names (2020)


Fake Names

Fake Names (2020, Epitaph)


Supergrupos são sempre uma incógnita, é sempre difícil prever o que uma mistura de diferentes bandas pode resultar. O que você esperaria de um mistura de hardcore melódico, post-hardcore e punk rock? O Fake Names caminha por aqui, o supergrupo é formado por Dennis Lyxzén, do Refused, nos vocais, Brian Baker, do Bad Religion, e Michael Hampton, do S.O.A., nas guitarras, Johnny Temple, do Girls Against Boys, no baixo, e, no disco, a bateria foi gravada por Matt Schulz, do Holy Fuck.


A banda passa longe do punk rock do Bad Religion, do post-hardcore do Girl Against Boys e da esquizofrenia do Refused. Na verdade, o Fake Names pegou todos esses elementos, deixou tudo mais limpo, pop, acessível e, até, dançante. Isso foi mostrado logo de cara no primeiro single, "First Everlasting".


Fake Names, o disco, tem 10 músicas em 30 minutos. Destaco a faixa de abertura, "All For Sale", talvez a melhor do disco e a que melhor balanceou todos os elementos. Tem belas linhas de guitarra, um refrão grudento e uma bela pegada pop. "Brick" é a mais rápida e conta com um vocal um pouco mais agressivo. Outro destaque é "Lost Cause" que fecha o disco. Em termos gerais, o disco tem bons momentos, mas provavelmente não vai agradar muito aos fãs das bandas originais, na verdade, me pergunto, qual seria o público do Fake Names. Vamos ver com o tempo.


Ouça o disco abaixo:



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